De acordo com dados de gastos assistenciais do próprio datasus, nos últimos 8 anos esse gasto tem aumentado cerca de 11% ao ano, a inflação médica pressiona para reajustes nos valores dos planos de saúde. Assim, a atenção em relação a gestão em saúde deve ser redobrada.

1. Gestão em saúde e gastos com internação

Segundo o Instituto de Estudos da Saúde Suplementar (IESS), as internações possuem uma alta representatividade em relação ao gasto assistencial total de uma operadora de saúde, uma vez que cerca de 61% de todo o gasto assistencial é direcionado para internações. Dessa forma seu impacto sobre os gastos é enorme.

Ainda, segundo o mesmo instituto, o modelo atual de pagamento que é conhecido como “conta aberta” ou “fee for service” existe um estímulo a utilização do máximo de insumos possíveis fazendo com que assim a conta cresça. 

2. Envelhecimento populacional

Além disso, o envelhecimento populacional contribui para projeções de um crescimento no gasto assistencial de 64,9%, onde idosos na faixa etária de 59 anos ou mais irá crescer cerca de 57,8% até 2030.

Também é esperado um aumento no número de beneficiários da saúde suplementar. Isto se dá devido ao próprio crescimento populacional, fazendo com que a demandas por serviços de saúde também aumente.

3. Ineficiência com internação

A saúde suplementar enfrenta altos índices de ineficiência e desperdício, o que reflete a pouca transparência entre os players da saúde além da escassez de indicadores de qualidade para a gestão em saúde, dificultando assim novas negociações.

“12% e 18% das contas hospitalares apresentam itens indevidos e de 25% a 40% dos exames laboratoriais não são necessários”

4. Falta de indicadores ou indicadores insatisfatórios

Se sua operação carece de indicadores sobre as internações de seus beneficiários em sua rede credenciada esse pode ser o indício de que será necessário ter mais controle sobre esses processos.

Já falamos sobre os 7 indicadores de saúde e gestão para sua operação mas lembramos de alguns utilizados em um processo de acompanhamento são:

  • Tempo médio de permanência
  • Projeção de custos de internação
  • Distribuição de internações na rede
  • Desfechos por prestador

Se você até tem acesso a alguns indicadores mas está claro que existe um atraso e dificuldade grande para sua obtenção pode ser algo a se pensar.

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Isto pode evidenciam a necessidade de dar o próximo passo em relação a estruturar um processo monitoramento de internações na sua gestão em saúde.

Para uma tomada de decisão estratégica, ter os indicadores certos e em tempo real é essencial e quando se trata de auditoria. O atraso em uma tomada de decisão pode gerar custos desnecessários para sua operadora.

Já se convenceu da importância de realizar a gestão de internados em sua operadora de saúde?

O Carefy já ajudou diversas operadoras de saúde a estruturarem um processo de gestão de internação que gera muito resultado e auxilia na tomada de decisão em tempo real, e em dois anos de operação já ajudamos no monitoramento de mais de 145 mil internações reduzindo custos com internação em pouco tempo.

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