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São inúmeros os desafios enfrentados no dia a dia de uma instituição de saúde, desde prever riscos, gerenciar crises, minimizar a ocorrência de falhas e eventos adversos. Descubra como a metodologia de gerenciamento de riscos em saúde ajuda no planejamento estratégico da sua operação.

O que é o gerenciamento de Riscos em Saúde

O gerenciamento de riscos em saúde é uma metodologia que confere à instituição maior controle sobre os possíveis riscos que a operação pode vir a sofrer antes que eles aconteçam.

Ela que possibilita um gerenciamento de crises otimizado, a redução de gastos e minimiza os riscos que podem comprometer a segurança do paciente.

Sua importância para as instituições

Para garantir que os processos pertinentes a gestão de qualidade em saúde sejam executados da melhor forma, torna-se necessário um bom planejamento estratégico como um todo.

Existem diversas metodologias que são usualmente empregadas para que o planejamento de instituições seja realizado de forma eficiente, como a de Gerenciamento de Riscos em Saúde.

Essa metodologia é importante para:

  • Análise e a antecipação de possíveis cenários
  • Auxilia na definição dos objetivos e metas da organização a curto médio e longo prazo
  • Metrificar a performance destes aspectos ao longo do tempo
  • Um gerenciamento de crises otimizado
  • Redução de gastos
  • Minimizar os riscos que podem comprometer a segurança do paciente.

Entendendo a metodologia e aplicando na prática

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A gestão de riscos é dividida em 5 etapas, veja abaixo:

1. Identificação de riscos

A primeira etapa visa identificar quais os potenciais riscos que a sua operadora de saúde está sujeita. Essas constatações devem ser descritas para uma melhor compreensão do cenário.

Exemplo: Risco de eventos adversos

Para ajudar na determinação dos ricos podem ser realizadas entrevistas, análises de documentos referentes a anos anteriores e ainda um brainstorming (geração de ideias em equipe).

2. Análise de riscos

Com os riscos identificados e documentados, é essencial analisar quais poderão causar grandes impactos na operação e quais têm o potencial de causar pequenas consequências.

É possível analisar cada risco a partir de duas abordagens: qualitativa e quantitativa.

Na análise qualitativa cada risco é avaliado por critérios de probabilidade de ocorrência que vão de ‘’muito alto’’ a ‘’muito baixo’’.

Já na análise quantitativa são utilizados números e dados estatísticos para avaliar os potenciais riscos.

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Nessa etapa podem ser empregadas ferramentas como: Análise de Impacto do Negócio e Análise de Causa e Efeito.

3. Mensuração de riscos

Em seguida, é necessário avaliar quais riscos devem ser gerenciados de forma prioritária de acordo com o impacto que podem causar na instituição.

Estes irão para a etapa seguinte, que consiste no tratamento de risco.

Para facilitar esse processo podem ser utilizadas ferramentas como o HACCP – Análise de Ameaças e Pontos Críticos de Controle.

4. Tratamento de riscos

No processo de tratamento do risco são planejadas ações para gerenciá-los, um exemplo de tratamento de risco é a elaboração de medidas preventivas para evitar eventos adversos.

Definir quais áreas da operação devem ser tratados como pontos de atenção e o que deve ser alterado no processo de gestão em saúde são importantes para que a gestão de riscos seja eficiente.

5. Monitoramento de riscos em saúde

Após implementar as ações de tratamento de risco, acompanhá-las é essencial para que a gestão de risco em saúde seja efetiva.

É necessário verificar se as ações planejadas estão sendo executadas, se o processo ganhou mais eficiência após as mudanças e se novos riscos foram identificados e demandam tratamento.

Realizar o gerenciamento de riscos em saúde é uma ferramenta de extrema importância na auditoria em saúde para que a segurança do paciente seja mantida e não ocorram imprevistos na operação.

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