Nos dias de hoje muito se fala sobre a utilização de informações sensíveis. Assim, criou-se o alerta sobre como o dado utilizado de forma errada pode prejudicar. No entanto, quais seriam as formas certas para se utilizar os dados e como isso pode ajudar no processo?

Saúde 4.0: O que é?

O conceito de saúde 4.0 vem da associação da saúde com a tecnologia.

É cada dia mais comum operadoras de saúde, hospitais e outros players usarem a tecnologia para informatização de processos visando o eficiência operacional e benefício do cuidado do paciente.

Mas e quando esse processo de informatização gera dados sensíveis, como lidar?

Dados de saúde

Vivemos em uma sociedade onde milhares de dados são gerados diariamente e no processo da saúde 4.0 não é diferente. No entanto, grande parte desses dados acaba não sendo utilizado, logo o mercado se moveu rapidamente para a idéia do bigdata

Bigdata é onde massas de dados são coletadas através de cada ação do usuários em seus diversos dispositivos.

O objetivo então é começar a utilizar esses dados de forma eficiente.

Aplicando para área da saúde, esses dados podem ser utilizados de forma eficiente para buscar os melhores tratamentos e auxiliar profissionais de saúde em decisões mais rápidas além de diminuir as chances de erros.

Os cuidados envolvidos na utilização de dados de saúde

Nesse movimento de utilização de dados não podemos deixar de lado a importância do cuidado com essas informações.

A Lei Geral de Proteção de Dados trouxe uma nova visão para como essas informações devem ser tratadas e como as pessoas devem estar cientes de sua utilização. 

Para quem vê pode se assustar mas todas essas mudanças com a saúde 4.0, não aconteceram para gerar barreiras, pelo contrário. Todas as iniciativas e normas são para que as pessoas consigam participar cada vez mais, trazendo também mais segurança para todos.

A dificuldade no compartilhamento no fluxo de atendimento

Na saúde podemos utilizar esses dados para benefício dos pacientes, mas vezes essas informações não são compartilhadas entre todos os responsáveis pelo cuidado do mesmo.

Pensando no fluxo do cuidado que, atualmente, começa em casa com a telemedicina, podendo passar por consultas ambulatoriais com diversos profissionais, pronto socorros, internações hospitalares, entre outros serviços.

Entre esse caminho são gerados dados pontuais que geralmente não são compartilhados com os profissionais da saúde.

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Como cada profissional desse fluxo de atendimento poderia utilizar dados de saúde do paciente para nortear melhores decisões de cuidado?

Compartilhar dados precisa ser levado a sério, no âmbito de como isso precisa ser feito de forma segura, mas principalmente na forma como isso pode gerar um benefício imenso ao principal sujeito de toda essa conversa, o paciente.

Para isso é necessário que se crie essa cultura onde a informação tem um dono específico, que é o paciente e todos que estão em posse dessas informações são profissionais que precisam dela para um melhor acompanhamento.

Onde podemos nos inspirar com essa cultura?

Essa cultura do compartilhamento já se mostrou uma grande ferramenta para o novo normal, tem mudado mercado a economia e o que parecia muito inovador há alguns anos já se tornou comum nos dias de hoje.

Diariamente utilizamos Uber, Waze, Google, AirBnb, entre vários outros exemplos de empresas baseadas na idéia de compartilhamento e este é o momento do compartilhamento dos dados durante a saúde 4.0.

Dentro das organizações essa cultura precisa começar dos cargos de gestão, como idéia e exemplo de como deve ser feito.

Como você vê o compartilhamento de dados na organização que atua?

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